O capítulo 16 trata das provas representadas pela riqueza, pela pobreza e pelo apego aos bens materiais. Kardec não condena a riqueza em si, pois ela pode ser um instrumento de trabalho, progresso e auxílio, mas alerta para a avareza, o egoísmo e o uso dos bens apenas em benefício próprio. A verdadeira propriedade é constituída pelos conhecimentos e pelas qualidades morais adquiridas, porque somente esses bens acompanham o Espírito após a morte.
Série: O Evangelho Segundo o Espiritismo
Referências
KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. Capítulo 16: “Não se pode servir a Deus e a Mamon”.